Quantas noites acordei com lágrimas nos olhos, nos quais os mesmos ardiam de modo incessante e eram predominados pela vermelhidão de horas perdidas de sono,sentia algo preso na garganta, mas não entendia ao certo o que era, somente precisava que ele fosse desfeito. Queria poder fugir, sumir. Sabia que aquela fase iria passar, mesmo com o relógio congelado, pulsando cada vez mais devagar e com a dor martelando incontrolavelmente com mais força em meu peito. me se sentia só. E por um momento pensei em ligar para ele.
Fazê-lo lembrar de tudo o que era real demais e acabou. Não sabia se era realmente ódio o que sentia, mas doía. E em uma escala assombrosa.
Mas enfim, com um tempo enorme a ferida em seu pequeno e frágil coração, cicatrizou. Quando via ele esperava pela dor, acreditava que iria sentir o coração ser despedaçado de novo. Mas cessou. A dor não vinha mais. Só a pena que restava dele.Havia percebido que não havia nada de ruim comigo, porque lhe ofereci todo amor do mundo. Te amei como ninguém. Mas isso não bastou. Infelizmente ele foi fraco demais e escolheu o mais fácil. O que estava ali. Tão perto. Por isso estava com a outra. Mas nos olhos que um dia eu via sinceridade, via angústia. Porque ele não era feliz, e nem a fazia feliz. Somente a aceitou, porque estava mais acessível. Não tinha desafios. Não demorou muito para mim notar que nunca precisei dele como achava.
E que cada lágrima que escorria pelo rosto dele ia para o fundo de minha alma para me tornar mulher. Ele não é, e não foi homem suficiente para me ter, porque de simples covardes, o mundo está cheio.
Obs: Uso o blog para me expressar'
Amo escrever, mas minhas postagens são meio exageradas
e meio que melosas demais! :)'

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