Às vezes a gente sonha, sonha, sonha e acorda no mesmo lugar onde foi dormir. Às vezes a gente corre rápido demais e tropeça nos próprios pés. Às vezes a gente olha a caravela chegando no horizonte e acha que é miragem. Às vezes o superficial penetra pelos poros, a chuva cai inclinada pelo vento e os peixes pulam para fora do aquário, tentando voltar no tempo porque algum outro jurou que tinha conseguido, que a Grécia era logo ali em Paraty, e que a vida pode até ser like a box of chocolates, mas alguns bombons aparecem repetidos. Às vezes o pé de feijão nasce para dentro da terra e sabe-se lá que castelo vai encontrar. Às vezes o sino de vento cria uma melodia que nunca mais escutarei de novo. Às vezes o inesperado desiste de aparecer e a gente fica esperando do mesmo jeito. Porque o mundo, o destino, a vida e todas essas outras palavras bonitas não estão nos refrões das melhores músicas. E algumas colagens se tornam mais interessantes do que elaborados mosaicos. Pedacinho de felicidade... Eu quero mais é o bolo inteiro!
Nada se modela adequado na vida, sem passar antes pelas formas que o coração imagina. Quando pisares em espinhos lembra-te que por perto haverá rosas. Tome sua vida com suas próprias mãos... é você quem deve moldá-las. Somente aqueles que têm convicções aceitam o desafio de vencer. Passamos a vida muito mais procurando saídas... do que construindo caminhos. A vida retrata todos iguais... com cada um na posição que conquistou.
sábado, 19 de maio de 2012
As vezes
Às vezes a gente sonha, sonha, sonha e acorda no mesmo lugar onde foi dormir. Às vezes a gente corre rápido demais e tropeça nos próprios pés. Às vezes a gente olha a caravela chegando no horizonte e acha que é miragem. Às vezes o superficial penetra pelos poros, a chuva cai inclinada pelo vento e os peixes pulam para fora do aquário, tentando voltar no tempo porque algum outro jurou que tinha conseguido, que a Grécia era logo ali em Paraty, e que a vida pode até ser like a box of chocolates, mas alguns bombons aparecem repetidos. Às vezes o pé de feijão nasce para dentro da terra e sabe-se lá que castelo vai encontrar. Às vezes o sino de vento cria uma melodia que nunca mais escutarei de novo. Às vezes o inesperado desiste de aparecer e a gente fica esperando do mesmo jeito. Porque o mundo, o destino, a vida e todas essas outras palavras bonitas não estão nos refrões das melhores músicas. E algumas colagens se tornam mais interessantes do que elaborados mosaicos. Pedacinho de felicidade... Eu quero mais é o bolo inteiro!
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário